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Frete da China para a Arábia Saudita: todas as opções marítimas e aéreas e quando escolher cada uma

O essencial

Para expedir da China para a Arábia Saudita tem duas vias à sua frente: a marítima, que inclui o contentor completo (FCL), a grupagem (LCL) e os contentores especiais — frigoríficos, de teto aberto e de plataforma — além do RORO para os veículos, com uma duração de 18 a 35 dias até Jidá ou Dammam; e a aérea, que inclui o frete normal, o consolidado e o expresso porta a porta, com uma duração de 3 a 7 dias. A regra prática: se o custo do frete aéreo ultrapassar 15 a 20 % do valor da mercadoria, o marítimo é mais vantajoso, e o inverso é válido para as mercadorias de alto valor ou urgentes. E a Alshumul assume a rota completa, da consolidação em Cantão à entrega no seu armazém.

O transporte não é uma rubrica única na sua fatura, mas uma decisão que se ramifica em muitas opções cujos custos diferem várias vezes entre si. O importador que conhece a diferença entre o contentor completo e a grupagem, e entre o frete aéreo normal e o expresso, poupa em cada expedição um montante superior ao que consegue negociando o preço com a fábrica. Segue-se um mapa completo das opções da rota China → Arábia Saudita em concreto.

Primeiro: o frete marítimo e os seus tipos

É a opção mais utilizada por ser a mais barata para grandes volumes, e cobre cerca de nove décimos do movimento de mercadorias nesta rota.

1) O contentor completo (FCL)

Aluga o contentor inteiro só para si: é selado na fábrica e não volta a ser aberto até ao seu destino. Dimensões disponíveis:

  • 20 pés: cerca de 28 metros cúbicos utilizáveis e uma carga que chega habitualmente a 25–28 toneladas. É a escolha certa para as mercadorias pesadas, como o ferro e a cerâmica, porque atingem o limite de peso antes do limite de volume.
  • 40 pés: cerca de 58 metros cúbicos, com uma carga próxima da do contentor de vinte pés. Adequado a mercadorias de densidade média.
  • 40 pés high cube (HQ): cerca de 68 metros cúbicos; é o mais comum para o mobiliário, o vestuário e as mercadorias leves de grande volume.

A regra: se a sua mercadoria ultrapassar os 15 metros cúbicos, comece por comparar o contentor completo com a grupagem, porque a balança pende com frequência para o lado do contentor.

2) A grupagem (LCL)

Partilha um contentor com outros importadores e paga por metro cúbico ou por peso, consoante o que for mais elevado. É adequada a pequenas quantidades e a testar um produto novo antes de assumir um contentor completo. Mas atenção a três pontos: a expedição tem um mínimo de faturação, as taxas de destino sobre a carga em grupagem são relativamente mais altas e o prazo é mais longo, porque exige consolidação na origem e desconsolidação no destino. Para o detalhe, consulte a comparação entre o contentor completo e a grupagem.

3) Os contentores especiais

  • Frigorífico (Reefer): para os géneros alimentícios e as preparações sensíveis ao calor, com temperatura controlada durante toda a viagem. O seu custo é claramente mais alto e exige reserva antecipada.
  • De teto aberto (Open Top): para as mercadorias que são carregadas por cima com grua ou cuja altura excede a da porta.
  • De plataforma (Flat Rack): para os equipamentos e as máquinas que excedem a largura ou a altura do contentor.
  • Roll-on/roll-off (RORO): para os veículos e os equipamentos autopropulsionados, conduzidos diretamente para dentro do navio.
  • Carga fracionada (Break Bulk): para as mercadorias volumosas que não cabem de todo num contentor, como as grandes estruturas metálicas.

Os portos e os prazos reais

DeParaDuração marítima habitual
Shenzhen · Cantão · Xiamen (sul)Porto Islâmico de Jidá18 – 25 dias
Xangai · Ningbo · Qingdao (norte)Porto Islâmico de Jidá22 – 30 dias
Portos do sul da ChinaPorto Rei Abdulaziz — Dammam22 – 32 dias
Portos da ChinaPorto Industrial Rei Fahd — Jubail25 – 35 dias

Estes são apenas os tempos de navegação. Acrescente-lhes uma a duas semanas para a reserva e o carregamento na China, e três a sete dias para o desalfandegamento e o transporte interno após a chegada. E escolha o ponto de entrada em função da localização do seu armazém, não da duração da navegação: Jidá para a Região Ocidental, Meca e Medina; Dammam para a Região Oriental e Riade; e Jubail para os projetos industriais.

Segundo: o frete aéreo e os seus tipos

1) O frete aéreo normal (de aeroporto a aeroporto)

A mercadoria é entregue no aeroporto de partida e levantada no aeroporto de chegada, ficando o desalfandegamento e o transporte a seu cargo. É o mais indicado para as expedições médias em que se pretende rapidez a um custo inferior ao do expresso. A duração habitual é de 3 a 7 dias porta a porta, incluindo o manuseamento.

2) O frete aéreo consolidado

As expedições de vários importadores são agrupadas num único conhecimento, o que faz baixar o preço por quilo face ao envio individual. É mais económico para as expedições de 100 a 500 kg, em troca de um ou dois dias adicionais de consolidação.

3) O expresso porta a porta

As empresas de correio expresso encarregam-se de tudo: a recolha na fábrica, o voo, o desalfandegamento e a entrega à sua porta. É o mais rápido (2 a 5 dias) e o mais caro por quilo, mas é o mais vantajoso para as amostras, as peças pequenas de alto valor e as encomendas urgentes.

Como se calcula o custo do frete aéreo?

É aqui que reside o maior mal-entendido. O frete aéreo não se calcula apenas pelo peso real, mas pelo peso taxável: o mais elevado entre o peso real e o peso volumétrico. E o peso volumétrico = (comprimento × largura × altura, em centímetros) ÷ 6000 no frete aéreo, ou ÷ 5000 em algumas empresas de correio expresso.

O significado prático: uma caixa cheia de almofadas ou de copos de plástico pode ser faturada pelo triplo do seu peso real. Por isso, peça à fábrica as dimensões das caixas antes da reserva e calcule o peso volumétrico por si mesmo — e peça-lhe que melhore o acondicionamento para reduzir o espaço vazio, o que faz baixar a fatura de imediato.

Os aeroportos

A partida faz-se habitualmente de Cantão, Shenzhen, Xangai ou Hong Kong, e a chegada ao Aeroporto Internacional Rei Abdulaziz, em Jidá, ao Aeroporto Internacional Rei Khaled, em Riade, ou ao Aeroporto Internacional Rei Fahd, em Dammam.

Terceiro: qual deles escolher?

CritérioMarítimoAéreo
Prazo até ao armazém30 – 45 dias5 – 12 dias
Base do custoO contentor ou o metro cúbicoO peso taxável
Mais indicado paraGrande volume · peso elevado · valor médioAmostras · urgente · alto valor e pequeno volume
Mercadorias perigosasRelativamente flexívelFortemente restrito

A regra decisiva: calcule o custo do frete aéreo como percentagem do valor da mercadoria. Se ultrapassar 15 a 20 %, o marítimo é geralmente mais vantajoso; e se ficar abaixo disso — ou se o atraso lhe fizer perder uma época — o aéreo é a decisão certa. Para uma comparação alargada, consulte o frete marítimo comparado com o frete aéreo.

Quarto: mercadorias com regras próprias

  • Baterias e power banks: mercadoria perigosa da classe 9, que exige o relatório UN38.3, uma ficha de dados de segurança e uma embalagem certificada, e muitas companhias aéreas recusam-na. Planeie o marítimo desde o início.
  • Líquidos, produtos químicos e perfumes: restrições apertadas por via aérea, exigindo uma classificação correta e documentos de segurança.
  • Mercadorias pesadas: vigie o limite de peso do contentor e os limites do transporte rodoviário dentro do Reino após o desalfandegamento, e emita com rigor a declaração de massa bruta verificada (VGM) antes do carregamento.

Quinto: o que determina o custo real

O preço do frete não é a fatura toda. Some-lhe as taxas de origem na China, as taxas de destino e de manuseamento, a armazenagem portuária caso o desalfandegamento atrase, os direitos aduaneiros, o IVA de 15 % e o transporte interno. E atenção à sazonalidade: os preços sobem e o espaço escasseia antes do Ano Novo Chinês e antes das épocas de pico, pelo que deve reservar cedo precisamente nesses dois períodos.

O papel da Alshumul no transporte

A Alshumul Serviços Comerciais não é um mero intermediário de transporte que lhe vende um preço de frete: assume a rota completa, da fábrica ao seu armazém:

  • Consolidação e armazenagem na China: recebemos a sua mercadoria de vários fornecedores, inspecionamo-la, reembalamo-la e reunimo-la numa única expedição — pagando assim o frete de uma só expedição em vez de várias pequenas.
  • Reserva de espaço e negociação: junto das companhias de navegação e das companhias aéreas, com a escolha do ponto de entrada mais adequado à sua localização.
  • Inspeção pré-embarque: não expeça mercadoria que não tenha sido inspecionada — corrigir o defeito na fábrica é mais barato do que descobri-lo em Riade.
  • Documentos e conformidade: a fatura, a lista de embalagem, o conhecimento de embarque e o certificado de origem, e o processo SABER com o certificado de produto e o certificado de remessa — que iniciamos com a produção e não depois da partida do navio.
  • Desalfandegamento e entrega: através da plataforma FASAH em Jidá ou em Dammam, seguindo-se o transporte interno até ao seu armazém.

A vantagem prática é lidar com uma única entidade responsável por toda a cadeia, sem se ver entre um fornecedor que diz que o problema é do transportador e um transportador que diz que é do despachante oficial. E, se está a começar do zero, comece pelo guia passo a passo para importar da China para a Arábia Saudita.

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Perguntas frequentes sobre este tema

O que os clientes mais perguntam antes da primeira expedição ou do primeiro projeto técnico.

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Dos portos do sul da China, como Shenzhen, Cantão e Xiamen, até ao Porto Islâmico de Jidá a duração situa-se habitualmente entre 18 e 25 dias de navegação, e dos portos do norte, como Xangai, Ningbo e Qingdao, entre 22 e 30 dias. Este é apenas o tempo de navegação, ao qual se acrescentam uma a duas semanas para a reserva e o carregamento na China, e três a sete dias para o desalfandegamento e o transporte interno após a chegada.

No contentor completo (FCL) aluga o contentor só para si, pelo que é selado na fábrica e não volta a ser aberto até ao seu destino; na grupagem (LCL) partilha um contentor com outros importadores e paga por metro cúbico ou por peso, consoante o que for mais elevado. A grupagem é adequada a pequenas quantidades e a testar um produto novo, mas nela as taxas de destino são relativamente mais altas e o prazo é mais longo. Se a sua mercadoria ultrapassar os quinze metros cúbicos, compare as duas opções, porque a balança pende com frequência para o lado do contentor completo.

Calcula-se pelo peso taxável, que é o mais elevado entre o peso real e o peso volumétrico. E o peso volumétrico é igual ao comprimento a multiplicar pela largura e pela altura, em centímetros, dividido por 6000 no frete aéreo, ou por 5000 em algumas empresas de correio expresso. Por isso, uma caixa cheia de mercadoria leve e de grande volume pode ser faturada por várias vezes o seu peso real. Peça as dimensões das caixas à fábrica antes da reserva e calcule-o por si mesmo.

Calcule o custo do frete aéreo como percentagem do valor da mercadoria: se ultrapassar 15 a 20 %, o marítimo é geralmente mais vantajoso; e se ficar abaixo disso, o aéreo é a decisão certa. Escolha igualmente o aéreo para as amostras e as peças pequenas de alto valor, e quando o atraso lhe fizer perder uma época inteira, porque a perda da época excede a diferença de frete. Quanto às mercadorias perigosas, como as baterias, o marítimo é mais adequado, porque as restrições aéreas sobre elas são apertadas.

O frigorífico (Reefer) para os géneros alimentícios e as preparações sensíveis ao calor; o de teto aberto (Open Top) para as mercadorias carregadas por grua ou cuja altura excede a da porta; o de plataforma (Flat Rack) para os equipamentos que excedem a largura ou a altura do contentor; o RORO para os veículos e os equipamentos autopropulsionados; e a carga fracionada (Break Bulk) para as mercadorias volumosas que não cabem num contentor. Todos exigem reserva antecipada e uma tarifação própria.

Os preços sobem e o espaço escasseia antes do Ano Novo Chinês, porque as fábricas correm contra o encerramento e a procura de reservas acumula-se, e também antes das épocas comerciais de pico. A regra é reservar cedo precisamente nesses dois períodos e não adiar a reserva até a mercadoria estar pronta. E lembre-se de que o preço do frete não é a fatura toda: some-lhe as taxas de origem, de destino e de manuseamento, a armazenagem portuária, os direitos aduaneiros, o IVA e o transporte interno.

Assumimos a rota completa, da fábrica ao seu armazém: a receção da sua mercadoria de vários fornecedores e a sua consolidação numa única expedição para poupar no frete, a reserva de espaço junto das companhias de navegação e das companhias aéreas com a escolha do ponto de entrada mais adequado à sua localização, a inspeção pré-embarque, a preparação dos documentos e do processo SABER com o certificado de produto e o certificado de remessa, e depois o desalfandegamento através da plataforma FASAH e o transporte interno até à entrega. A vantagem é lidar com uma única entidade responsável por toda a cadeia.

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